Pontos Turísticos

Pelourinho
Parte integrante do Centro Histórico, o Pelourinho foi escolhido por Tomé de Sousa por sua localização estratégica, no alto, verdadeira "muralha" de defesa da cidade. Quando houve sua criação, o bairro era estritamente residencial, moradia da aristocracia soteropolitana. Hoje, baianos e turistas redescobriram o bairro, atraídos por sua importância histórica e efervescência cultural. Com um processo de restaurações o cenário se compõe com casarões, igrejas, bares, museus e outras diversões.

Elevador Lacerda
O Elevador Lacerda já foi conhecido como Elevador Parafuso e ressalta a originalidade topográfica de uma cidade separada em dois níveis. Este monumento arquitetônico surpreende pelo seu porte, 72 metros da base à torre dos elevadores. A primeira torre foi inaugurada em 1872 e a segunda, em 1930. Transportando, atualmente, mais de 20 mil passageiros por dia, o ascensor foi idealizado e construído pelo comerciante Antônio Lacerda, parte com recursos próprios e parte com doações de outros comerciantes da cidade. Possui quatro cabines climatizadas que fazem o percurso entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa em apenas 11 segundos.

Fundação Casa Jorge Amado
O local é o Largo do Pelourinho, coração do Centro Histórico, um dos muitos cenários dos romances de Jorge Amado, o escritor baiano que mostrou a Bahia ao mundo. Seu guardião é Exu, orixá alegre e brincalhão, que se posta nas encruzilhadas e guarda trilhas, caminhos e a entrada da Casa. Dali descortina-se uma bela paisagem de centenárias ladeiras, sobrados de fachadas austeras e beirais graciosos, telhados que se superpõem até onde a vista alcança e, mais além, o mar da Bahia de onde, nos dias mais claros, avista-se a silhueta de alguma praia. Com destino traçado desde quando sua criação era apenas um sonho, ali se abrigam uma casa de Letras e uma oficina de Palavras, além de um Núcleo de Estudos e Pesquisas, responsável pela guarda, organização e preservação do acervo do escritor.

Igreja do Bonfim
A imagem de Nosso Senhor do Bonfim chegou à Bahia pelas mãos do capitão-de-mar-e-guerra da Marinha portuguesa, Theodós Rodrigues de Faria, em razão de uma promessa feita durante forte tempestade. Se sobrevivesse, traria para o Brasil a imagem de sua devoção. Assim, em 18 de abril de 1745, a réplica da representação do santo veio de Setúbal, terra natal do capitão, e foi abrigada na Igreja da Penha até o término da construção da Igreja do Senhor do Bonfim. Em 1772, a parte interna da Igreja foi finalizada e a imagem transferida para lá em procissão e celebração de missa solene.

Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia
Terceiro templo erguido no mesmo local em louvor à santa de devoção do fundador da cidade, Tomé de Sousa, teve sua construção iniciada em 1736 e concluída em 1849. A construção tem fachada neoclássica e interior com decoração inspirada no barroco joanino. As pedras que compõem a fachada vieram de Lioz, Portugal. As torres, dispostas em diagonal, conferem uma monumentalidade original ao templo.

Praia da Boa Viagem
Localizada na Cidade Baixa, com águas calmas e de singular beleza, a praia da Boa Viagem recebe muitos banhistas nos finais de semana e possui uma bela vista de Salvador.

Praia de Itapuã
Esta praia já foi cantada em verso e prosa por artistas como Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi, que a imortalizaram. Uma das mais belas praias de Salvador, a praia de Itapuã é cercada por imensos coqueirais.

Praia do farol da Barra
Um dos mais belos cartões-postais de Salvador, a praia do Farol da Barra é ladeada pelo Forte de Santo Antônio e o Farol. No verão, o pôr-do-sol é um espetáculo à parte.

Praia do Rio Vermelho
Para lá se dirigem os pescadores depois de um dia no mar. E é ali que se realiza a festa de Iemanjá, no dia 02 de fevereiro, quando esses mesmos pescadores levam em seus barcos as oferendas à Iemanjá. Palco de uma das maiores manifestações de fé do povo baiano.

Forte de Monte Serrat
Considerada uma das mais belas construções militares do Brasil Colônia, o Forte de Monte Serrat foi erguido entre os séculos XVI e XVII. Com a forma de um polígono irregular de grandes torres circulares, o Forte tinha a função de guardar o limite norte da cidade. Entretanto, sua situação isolada tornou-o vulnerável a dois ataques da Companhia das Índias Ocidentais, no século XVI Transformado hoje em Museu da Armada, criado em 1993 pelo Comando da VI Região Militar, o Forte realiza encenações teatrais que simulam sua tomada e conquista em 1624. Localizado numa posição estratégica e privilegiada sobre a Baía de Todos-os-Santos, dali se avista, além da baía, a Ilha de Itaparica e a Cidade Baixa. A balaustrada do Forte oferece ao visitante uma das mais belas vistas de Salvador.

Fonte: http://www.guiamais.com.br/cidades/salvador-ba